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whatsappIsso deve ter acontecido com vocês também.

De uns tempos para cá, muitos dos meus grupos de amigos que só utilizavam o Facebook passaram a usar o Whatsapp.
É muito mais difícil escrever no celular do que no computador, mas como o celular está quase sempre à mão, e o aplicativo do Whatsapp é muito mais rápido e prático do que o do Facebook, a maioria das pessoas acaba preferindo o primeiro.

Até aí, nada demais. Só que isso acarretou alguns inconvenientes.

Se você participa de grupos do Whatsapp já deve ter se irritado com as eventuais avalanches de mensagens, sempre precedidas daquele barulhinho característico. Quando você está participando da conversa nem percebe mas quando está ocupado com qualquer outra coisa, dá vontade de jogar o celular na parede ou afogá-lo no primeiro copo d’água que estiver pela frente.

E caso você seja daquele tipo de pessoa que não desliga o celular nem quando vai dormir porque, afinal, ele é o seu despertador, corre o risco de ter o seu sono interrompido por um amigo sem noção de horário ou fuso.

Tem coisa mais chata do que estar quase adormecendo e ser perturbado pelo som do Whatsapp? Tem, mas não vem ao caso agora.

Você pensa: não deve ser nada importante, vejo quando acordar. Mas no que parou prá pensar, o sono que estava quase chegando parou no meio do caminho vencido pela curiosidade. E se for alguma coisa importante? Daí você cata os óculos, pega o celular, lê a mensagem e, na maioria das vezes, é um comentário sem importância sobre uma conversa de cinco horas atrás que um amigo atrasadinho só viu agora.

Ou algum amigo que está há sete fusos de distância, acordou e resolveu comentar como o dia está lindo! Mas esqueceu que aqui ainda é de noite e tem gente querendo dormir!

Daí você pensa três vezes se responde com uma grosseria ou deixa prá lá, conclui que isso pode levar a mais mensagens inconvenientes e decide tirar o som do celular.

Nesse meio tempo, o sono que estava quase chegando e parou no meio do caminho quando escutou o barulhinho da mensagem decidiu pegar o caminho de volta pro lugar onde os sonos ficam guardados. E até que você consegue convencê-lo a voltar pro seu travesseiro, uma ou duas horas se passaram.
E daí você perdeu hora pro trabalho, porque não escutou o despertador e nem a ligação do chefe porque…. você tirou o som do celular para não ser perturbado pelo Whatsapp!!

Antes que você tire o som do celular e corra o risco de perder alguma ligação importante ou resolva sair do grupo e ficar de fora de alguma conversa interessante, dê uma olhada na seção de Info do Grupo no seu Whatsapp.

foto 1Funciona assim:
1. Entre na conversa de algum grupo que está te atrapalhando.
2. Clique lá no topo, sobre o nome do grupo.
3. Na tela de Info do Grupo, clique na opção Mudo.
4. Selecione a opção que lhe for mais conveniente: 8 horas, 1 semana ou 1 ano.

Se você quer apenas dormir em paz, 8 horas é suficiente. As mensagens vão continuar chegando no seu celular mas não vão mais atrapalhar o seu sono.
Oito horas também é uma boa opção para quem não quer ser incomodado no trabalho. Note que esse ajuste é por grupo, então você pode silenciar um grupo de amigos durante o dia sem afetar os grupos do trabalho.
Se for sair de férias, 1 semana é uma boa opção para silenciar os grupos do trabalho.
Sinceramente, não sei pra que serve a opção de 1 ano. Talvez para um daqueles grupos chatos, mas nesse caso seria melhor sair do grupo, certo?

Outra coisa que estava me incomodando muito é que eu estava sempre com pouco espaço disponível no celular. E quanto menos espaço, mais lento ele fica. Sem contar que eu nunca tinha espaço quando queria gravar um vídeo.

A primeira providência foi começar a apagar fotos e videos. Não tem nada pior do que isso para acabar com o espaço do celular. Mas por mais que eu deletasse, em pouco tempo já estava sem espaço novamente.

Foi só quando resolvi apagar alguns aplicativos que não uso que percebi que o Whatsapp estava ocupando quase 1 Gb de espaço. Considerando que o meu iPhone tem só 16 Gb, é muita coisa!
Por mais que o Whatsapp seja um aplicativo extremamente útil e quase indispensável prá quem se já se acostumou, consumir quase 1 Gb do parco espaço do meu celular é um absurdo!

Só que não é exatamente o aplicativo que ocupa todo esse espaço; são principalmente as fotos e os videos que os amigos enviam.
Não é à toa que eu estava sempre sem espaço! Ainda mais nessa época de eleições em que virou moda compartilhar videos pelo Whatsapp. E o pior é que quando você recebe o mesmo video ou foto em dois grupos diferentes eles ocupam o dobro do espaço!

Mas descobri que tem jeito prá isso.
1. Entre na conversa de um grupo que costuma compartilhar fotos ou videos
2. Clique lá no topo, sobre o nome do grupo.
3. Na tela de Info do Grupo, clique na opção Todas as Mídias
4. Apague tudo aquilo que não te interessa guardar
5. Seu celular vai respirar mais aliviado.

Obs.: Quando você apaga as fotos e videos elas também somem da tela da conversa.

foto 2

Outro ajuste interessante se aplica a todas as conversas do Whatsapp e vale a pena se o seu plano de dados é limitado.

1. Clique no botão de Ajustes, lá em baixo à direita, fora das telas de conversa
2. Clique na opção Ajustes de Conversa
3. Clique na opção Download Automático de Mídia
4. Clique em cada uma das opções (Imagens, Áudio e Vídeo) e selecione a que melhor lhe convier (Nunca, Wi-Fi ou Wi-Fi e Celular)

Obs.: Se você selecionar a opção Nunca, as imagens aparecem na conversa mas você precisa baixá-las manualmente. Na opção Wi-Fi elas só baixam automaticamente quando você estiver conectado a uma rede Wi-fi mas sempre pode baixar manualmente se quiser.

Ainda na tela Ajustes de Conversa, veja a opção Salvar Mídia Recebida. Quando ela esta ativa, todas as fotos e videos vão para o Rolo da Câmera (no iPhone) ou Galeria de Fotos (no Android).
Se você já se deparou com fotos no seu celular sem saber de onde vieram, deve ser porque essa opção está ativa.
Se você desativá-la, lembre de salvar manualmente as fotos que quiser guardar.

E já que estamos no assunto de Whatsapp, sabe aquela história dos dois tiques na mensagem?

Não é indicativo de que a pessoa leu a mensagem!! Só significa que a mensagem foi entregue no celular do destinatário.
Se a mensagem está com um tique só é provável que o celular do destinatário esteja sem acesso à rede de dados ou Wifi. Não brigue mais com o amigo que não viu a sua mensagem. O Whatsapp não avisa quando a mensagem foi lida.

E uma última dica: Já recebeu alguma daquelas mensagens dizendo que “A partir de amanhã, o WhatsApp vai começar a cobrar 37 centavos por mensagem enviada. Forma de evitar cobrança seria repassando a mensagem para nove amigos.”?
A mensagem é falsa, mesmo com bolinha verde! Não repasse para ninguém e avise aos seus amigos para não caírem mais nessa. O texto pode variar, mas o Whatsapp não cobra por mensagem.

Obs.: As imagens das telas são do iPhone. É possível que no Android seja um pouco diferente mas funciona da mesma forma.

Escrevi este artigo há mais de dois anos, na época das eleições municipais. Relendo, percebi que o texto continua atual, mas as dicas que passei na época ficaram desatualizadas. O Facebook facilitou muito a vida de quem não quer ver a sua página entupida de propaganda eleitoral, ou qualquer outra publicação que não seja do nosso interesse.

Por isso, estou republicando com as dicas atualizadas.

Nessa época de eleições algumas pessoas se envolvem mais do que outras.

As mais entusiasmadas contra ou favor de determinado candidato utilizam as redes sociais em geral, e o Facebook em particular, para tentar angariar seguidores.

É compreensível que os ânimos se esquentem e, muitas vezes, as pessoas perdem a noção de medida.

E, de repente, um amigo se transforma em cabo eleitoral virtual, enchendo o seu mural com propaganda política.

Em alguns casos, isso pode ser motivo para acabar com a amizade, virtual e física.

“Como ele pode ser capaz de votar naquele candidato?”
“E ainda esperar que eu também vote nele?”

Em outras, podemos até concordar com o voto mas, assim como existem proibições à poluição visual nas ruas, temos que zelar pelo nosso espaço virtual.
Não queremos entrar no Facebook e encontrá-lo coalhado de “santinhos”.

Mas as eleições são transitórias. É só até o final de outubro.

Se você gosta do seu amigo, mas não suporta essa fase eleitoreira, não há motivo para bloqueá-lo ou desfazer a amizade no Facebook. Basta desmarcar a opção “Seguindo” e você não verá mais nada que ele publica.

É rápido, indolor e ninguém ficará sabendo a não ser você. Você pode alterar quando quiser, de preferência, depois que passarem as eleições.

fb_bloqueio

Considerando o nível que as eleições presidenciais atingiram, com a “troca de gentilezas” entre os seguidores de ambos os candidatos, muitas vezes é necessário bloquear a pessoa para não se aborrecer.

O bloqueio vale inclusive para pessoas que não são seus amigos mas que podem comentar nos seus posts públicos ou liberados para amigos de amigos.

Assim como a opção de parar de seguir ou dar um “unfollow” como se diz por aí, o Facebook facilitou muito a tarefa de bloquear uma pessoa. Veja a imagem ao lado.

Mais alguns dias e teremos um novo presidente… ou a mesma. Quem sabe? Nem as pesquisas tem muita certeza ….

Vote consciente!

 

 

 

Quando me mudei de São Paulo para o Rio de Janeiro, e lá se vão uns 15 anos, uma das minhas maiores alegrias  foi me livrar dos constantes engarrafamentos da capital paulista. Existiam engarrafamentos no Rio, é claro, mas nada comparáveis aos de São Paulo!

Mais de uma hora para percorrer os 10 quilômetros que separavam a minha casa do trabalho era para deixar qualquer um de mau humor. Sair mais cedo de casa, ficar até mais tarde no trabalho eram algumas das táticas para tentar diminuir o tempo parada atrás do volante, o que implicava em mais tempo para o trabalho e menos para família e lazer.

Hoje em dia o trânsito no Rio está tão ruim quanto o que deixei em São Paulo. Carros demais, transporte público ineficiente, sinais de trânsito dessincronizados, obras que prometem melhorar o trânsito lá para 2016, quando quem quiser assistir aos Jogos Olímpicos terá que cruzar a cidade. E por enquanto, vamos enfrentando os engarrafamentos, reclamando no Facebook, Twitter e Whatsapp e nos acostumando a conviver com mais uma dor de cabeça diária.

Uma amiga resolveu trocar o seu apartamento recém reformado no Flamengo por outro na Barra, perto do trabalho, porque não aguentava mais gastar quatro horas do seu dia tentando chegar de um ponto a outro. Um amigo fez o inverso, trocou o emprego na Barra por outro no Centro, onde pode chegar de metro em menos tempo.

Mas quem não tem opção ou não quer trocar de emprego ou apartamento hoje conta com um aliado tecnológico que eu não tinha há 15 anos, quando tentava descobrir atalhos para abreviar o meu trajeto em São Paulo – o Waze.

Muita gente que tem um smartphone provavelmente já tem o Waze instalado mas descobri recentemente que também muitos que não sabem aproveitar os recursos de rota.

Normalmente, só pesquisamos uma rota quando não sabemos como chegar a algum lugar, mas com a situação atual do trânsito o caminho conhecido nem sempre é o melhor. As vezes, um trajeto um pouco mais longo é a melhor alternativa para chegar mais rápido ao destino.

Toda quinta-feira a noite eu tenho que ir de Botafogo para a Lagoa, um trajeto de menos de 5 km que pode demorar entre 30 minutos e uma hora dependendo das condições do trânsito. Na semana passada, como sempre, pesquisei no Waze a melhor rota. Normalmente, ele me dá três opções conhecidas mas dessa vez ele me sugeriu uma outra rota bem mais longa, que me faria dar uma volta que achei desnecessária. Resolvi ignorá-lo e segui por um dos caminhos de costume. Depois de 15 minutos parada no mesmo lugar resolvi perguntar novamente ao Waze qual a melhor rota e de novo ele me sugeriu o trajeto mais longo. Dessa vez resolvi aceitar a sugestão. Melhor do que ficar parada resmungando comigo mesma. E não é que funcionou?

E não foi só isso. No meio do caminho, o bichinho me avisa – tenho uma alternativa melhor! Me mandou desviar do Jardim Botânico para a Gávea.  A essas alturas, eu já não ia mais duvidar dos seus poderes. Embiquei no caminho indicado e consegui chegar no meu destino sem enfrentar quase nenhum engarrafamento e bem antes das minhas amigas que ficaram paradas no meio do caminho reclamando pelo whatsapp.

O Waze não serve apenas para quem tem carro. Imagine que você está preso em um engarrafamento dentro de um taxi. Além do aborrecimento de ficar parado no trânsito ainda tem o taxímetro que não pára nunca. Se o motorista não tiver o Waze, use o seu e sugira um caminho melhor.

Se você ainda não aprendeu a utilizar o recurso de rotas do Waze, aqui vai um passo a passo para facilitar a sua vida no trânsito.

1. Abra o Waze no seu celular

2. Clique no botão no canto inferior direito e selecione Navegar na tela seguinte ou apenas deslize o botão para ir direto para a tela de navegação.

Waze1   image

3. Informe o endereço para onde você quer ir

image

4. Se a busca retornar mais de uma opção, clique no endereço correto

image  image

5. Aguarde enquanto o waze processa o seu pedido. As vezes, pode demorar um pouco, dependendo do sinal do celular ou das condições do trânsito.

6. Clique no botão Ir para aceitar a rota que ele escolheu ou no botão Rotas para ver alternativas

image

7. Se você escolheu ver as alternativas, selecione a que lhe parece melhor, clique no botão Ir e Boa Viagem!

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Note que para cada rota, o Waze te informa o tempo estimado, a distância e os pontos de engarrafamento e polícia. Nesse exemplo, a terceira opção é mais curta do que a segunda mas também mais demorada devido aos vários pontos de retenção.

Ou mais uma história de como irritar seus clientes com sites mal concebidos.

Ontem à noite estava efetuando a compra de passagens para uma viagem para São Paulo que eu e algumas amigas faremos em dezembro.
Pesquisamos preços e a GOL tinha as melhores tarifas então combinamos de efetuar a compra juntas para garantir os assentos próximos. Cada uma na sua casa, na frente do seu computador mas se comunicando via chat.

Até aí, nada demais, já tínhamos feito isso várias vezes antes. É um pouco complicado mas divertido ao mesmo tempo.

Selecionamos os voos de ida e volta, os assentos uma ao lado da outra em duas fileiras do avião. Até aí, tudo normal.

O problema aconteceu depois que eu já tinha preenchido todos os dados de pagamento e confirmei a reserva.

Ao invés de receber o código do localizador, recebi uma mensagem de erro dizendo que a minha reserva não pode ser concluída.

Ok. Problemas acontecem. Sistemas não são 100% isentos de erros, apesar de todos os esforços das pessoas que programam e testam.
Já trabalhei com isso e entendo, por isso, calmamente, procurei o botão para reiniciar a operação. Não encontrei.
Alguém lá na equipe que programa o site não deve ter pensado que apesar de ter recebido uma mensagem de erro o cliente ainda pode querer comprar a passagem. Respirei fundo, fechei a janela, abri de novo e recomecei todo o procedimento.

Qual não foi a minha surpresa quando o voo que eu e minhas amigas tínhamos escolhido para a volta não tinha mais a tarifa de R$ 88,90. Se eu quisesse voltar nesse voo, agora tinha que desembolsar R$144,90!
A tarifa mais barata só estava disponível para o voo seguinte, então selecionei esse mesmo e consegui concluir a transação.

Avisei às minhas amigas que não poderia mais voltar no mesmo voo que elas e alguém sugeriu ligar para a central de atendimento para explicar o que tinha acontecido e tentar conseguir a alteração.

Foi o que fiz hoje. Primeiro tentei o chat de atendimento no site porque, afinal, ninguém mais tem paciência de ficar pendurado no telefone. Fui atendida rapidamente, mas não adiantou nada.

A moça que me atendeu afirmou “Quando a tarifa se esgota para venda no site não é possível adquirir a passagem com o mesmo valor, para alterar a reserva você irá pagar a taxa de remarcação mais a diferença no valor da tarifa que estiver disponível. Lembrando apenas que a Gol não trabalha com tarifas fixas, devido escalonamento tarifário os valores podem sofrer alteração a qualquer momento.”.

A minha tentativa de explicar que tinha ocorrido um erro no site durante o procedimento de compra e que eu não deveria ser penalizada por isso não adiantou nada.

“Entendo Marisa, se preferir você pode entrar em contato com o SAC para verificar se há alguma possibilidade de fazer esta alteração.” escreveu ela.

Não consegui escapar do telefone. Liguei para o número informado (que não recebe ligações de celular) e consegui ser atendida rapidamente. Pelo menos, isso.
Expliquei toda a história novamente e a atendente me deu a mesma explicação sobre a GOL não trabalhar com tarifas fixas, etc.

O choque foi escutar que eles não garantem a tarifa selecionada nem mesmo entre o momento que você seleciona o voo até a confirmação do pagamento, mesmo que você não deixe a janela aberta e vá tomar um cafezinho, por exemplo.
Em outras palavras, se você começar o todo o procedimento de seleção de voo, preenchimento dos dados dos passageiros, marcação de assentos, dados de pagamento, mas alguma outra pessoa finalizar a operação antes e adquirir a última passagem com a tarifa mais barata você perdeu!

Ao invés de fazer uma “reserva temporária”, até que o cliente finalize a operação, desista, ou o tempo se esgote, eles simplesmente prejudicam quem está no meio do processo mas infelizmente perdeu a corrida das tarifas.

E não adianta ligar para reclamar. É assim, e pronto. A atendente disse que eu até poderia registrar uma reclamação mas seria apenas para “uso interno” e que eu não teria nenhum retorno.

Portanto, se você for comprar passagens pela GOL com tarifas promocionais, reze para quem não tenha outras pessoas concorrendo com você pela última passagem.

Não sei se o mesmo acontece com outras companhias aéreas. Essa foi a minha primeira experiência.

O mais irritante é que eles não fazem nada para tentar resolver. Imagino que isso não deve acontecer aos milhares, nem centenas ou mesmo dezenas. Portanto se acontece e o cliente reclama, eles poderiam assumir que o procedimento é falho, satisfazer o cliente e melhorar a programação do site, Mas exatamente porque não deve acontecer muito, eles não se incomodam em irritar um ou outro cliente.

Isso já aconteceu com você?

Image by Flickr user willaryerson and used under the Creative Commons license.

Eu também não sabia até há pouco tempo.

MOOC que dizer Massive Open Online Course. Assim como muitas siglas e acrônimos em inglês, não se traduz muito bem em outros idiomas e acaba se tornando conhecida através da forma original.

Veja alguns exemplos de siglas que já fazem parte do nosso vocabulário: SMS (short message service), DVD (digital video disc), CD (compact disc), MBA (Master of Business Administration).

Em outras palavras, MOOCs são cursos gratuitos online para milhares de pessoas simultaneamente.

Bom, o artigo de hoje não é sobre siglas e, sim, sobre cursos online.  Se você se deparar com uma sigla ou acrônimo qualquer e quiser saber o seu significado, recomendo o http://www.acronymfinder.com. Ele sempre me ajuda.

Eu me deparei com os MOOCs quando descobri o Coursera. É uma plataforma gratuita de cursos online, com professores de algumas das melhores universidades dos Estados Unidos e do mundo.

O texto abaixo é a tradução da página “Sobre” do site e explica bem o seu propósito.

Somos uma empresa de empreendedorismo social que tem parceria com as melhores universidades do mundo para oferecer cursos online para qualquer, gratuitamente. Nós prevemos um futuro onde as melhores universidades educarão não só milhares de estudantes, mas milhões. Nossa tecnologia permite aos melhores professores ensinar dezenas ou centenas de milhares de estudantes.

Com isso, esperamos dar a todos o acesso à educação de classe mundial que tem sido até agora disponível apenas para um grupo seleto. Queremos capacitar as pessoas com educação que irá melhorar as suas vidas, as vidas de suas famílias e as comunidades em que vivem.

Existem cursos sobre os mais variados temas em categorias como Medicina, Biologia, Ciências Humanas e Sociais, Negócios, Finanças,  Matemática, Ciência da Computação , entre outras.
Mas não pense que dá para cursar, por exemplo, Medicina de graça com professores da Johns Hopkins que é uma das melhores faculdades de medicina dos Estados Unidos. Também não seria assim tão fácil, não é mesmo?

O Coursera oferece cursos complementares  e a maioria não conta créditos para quem está estudando em alguma universidade mas são uma ótima oportunidade para ampliar o seu conhecimento,  experimentar outros assuntos diferentes da sua carreira profissional, conhecer pessoas de todas as partes do mundo e ter acesso a um outro tipo de educação no conforto da sua casa.
Alguns cursos fornecem certificados de conclusão que, apesar de não ter valor explícito, podem ser utilizados para melhorar o seu currículo.

Nem todos os cursos seguem o mesmo formato. Além das palestras em vídeo  alguns também tem testes, exames escritos e leitura de material relacionado.
Muitos não tem pré-requisitos, basta ter curiosidade e vontade de aprender.

A maioria dos cursos é em inglês mas existem alguns em espanhol, francês, italiano e chinês. Estou fazendo dois cursos em inglês e todas as palestras tem legendas; em inglês, também. Mas acho que é possível acompanhar se você tiver um nível razoável de compreensão.

Como os cursos são gratuitos e concentram, as vezes, milhares de alunos de uma só vez, muitos cooperam criando legendas em outros idiomas, glossários e outros materiais adicionais.

Nos cursos que estou fazendo tem gente de todas as partes do mundo, literalmente.  Nem todos dominam o inglês como os nativos, mas participam mesmo assim, e uns ajudam aos outros.

A plataforma do Coursera também tem um fórum de discussão onde os alunos trocam ideias, discutem as questões dos testes e os temas relacionados. Os testes devem ser feitos individualmente mas não têm tempo determinado, apenas prazo para entrega então é possível discutir as questões desde que não se publique as respostas. O objetivo é aprender e não passar na prova.

E, como não podia deixar de ser, cada curso tem uma ou mais comunidades no Facebook e no Google+. Dependendo do caso, os alunos criam comunidades no seu próprio idioma para facilitar a troca de ideias. E além do material do curso, as pessoas compartilham outros artigos e videos relacionados.

O mais interessante é que cada pessoa pode participar na medida do seu interesse e tempo disponível. Tem aqueles que apenas assistem as palestras, outros que também fazem os testes e muitos chegam até os exames escritos. Não há penalidades. A plataforma existe para difundir o conhecimento da maneira que for mais conveniente para o aluno.

Além do Coursera, existem várias outras iniciativas de MOOCs pelo mundo. Você pode consultar os cursos oferecidos aqui. http://www.mooc-list.com/

Seria muito interessante se houvesse MOOCs em português  também, mas enquanto isso não acontece, você pode se interessar por alguns dos cursos online  que encontrei no nosso idioma.

Fundacão Getúlio Vargas

Canal do Ensino 

Se você quer aprender ou melhorar o seu inglês, este artigo lista 20 canais do YouTube que vão te ajudar.

E, se você tem vontade de aprender outros idiomas dá uma olhada no LiveMocha.

Se você ficou curioso em saber quais cursos estou fazendo, o primeiro é A Beginner’s Guide to Irrational Behavior. É sobre Behavior Encomics (Economia Comportamental).
O professor se chama Dan Ariely, um palestrante sensacional e autor de alguns livros que eu já tinha lido. Já imaginou que oportunidade é fazer um curso com o autor de um livro que você adorou? Pois é.
De acordo com um artigo que li, só esse curso tem 140 mil inscritos. Só de brasileiros, 1276.

Mas não pense que você vai ter contato direto com os professores. Já imaginou se ele fosse responder às perguntas de milhares de alunos?
As palestras são gravadas e você pode assistir online ou baixar para o seu computador. Às vezes eles organizam Hangouts (bate-papos) mas como só é possível reunir um máximo de 8 pessoas, muitos participam apenas enviando perguntas.

O segundo curso que estou fazendo é sobre Gamification, onde aprendemos a utilizar técnicas existentes em jogos para aumentar a participação das pessoas e solucionar problemas em áreas como educação, marketing, gestão, etc.

E já me inscrevi em três outros cursos que começarão nos próximos meses. Assim, como vários dos meus colegas que já estão no seu quarto ou quinto curso. Para quem gosta de aprender, é uma oportunidade incrível!

Por hoje é só pessoal! Agora tenho que ler o material para a próxima semana do curso.

Cada vez mais os celulares inteligentes ou smartphones estão se incorporando à nossa vida através de aplicativos criados para uma infinidade de usos.
Se você é daqueles que acha que celular só serve para falar e mandar mensagens de texto veja como ele pode ser útil no trânsito. Não importa se você anda de carro, ônibus ou táxi. Tem aplicativos para todas as necessidades.

GPS

O primeiro deles, é claro, tem que ser o Google Maps. Existem outros aplicativos de navegação mas, como a própria Apple aprendeu no ano passado, ainda não existe nenhum melhor que o ele.
No outro dia a minha filha perguntou como as pessoas faziam antes do Google Maps. Eu usava o Guia Quatro Rodas. Ele ainda existe, é claro. Afinal, nem todo mundo tem um smartphone. E mesmo para aqueles que tem, nem sempre a operadora de celular ajuda. E, convenhamos, quer coisa pior do que ficar perdido e sem conexão?
É claro que também existem aparelhos de GPS. Mas se você não tem nem um nem outro, recomendo comprar um smartphone que serve para muitas outras coisas além de auxiliar na navegação.

Carro

wazeE falando em GPS, se você costuma enfrentar o trânsito na cidade, você precisa instalar o Waze no seu celular!

O Waze é um aplicativo israelense que se alimenta de informações fornecidas pelos próprios usuários e mostra as melhores rotas, pontos de engarrafamento, radares, pardais, bloqueios, acidentes, blitzes. Como é atualizado em tempo real, pode te ajudar a se safar dos engarrafamentos cada vez mais constantes.

Na imagem aí ao lado, os balõezinhos amarelos com o que parece que são minhoquinhas vermelhas são pontos de engarrafamento reportados pelos usuários. Os bonequinhos com rodinhas são outros motoristas, ou wazers. Se você não quiser aparecer, pode ficar invisível.

Um outro recurso interessante é que você pode falar via chat com outros motoristas que não precisam ser seus amigos. Assim, num temporal como o de hoje aqui no Rio, por exemplo, pode ser útil perguntar para outro motorista mais a frente sobre pontos de alagamento.

Quanto mais pessoas utilizarem, melhor ele fica.

O maior problema que percebi é que ele consome muuuuuita bateria com a tela ligada o tempo todo, portanto recomendo carregar o celular antes de um percurso mais longo. Ou ter um carregador veicular.

O fiasco da Apple no ano passado removendo o Google Maps do iOS 6 fez com que muitos usuários buscassem alternativas. Esse movimento acabou beneficiando o Waze que já conta com mais de 36 milhões de usuários em 110 países.

Tem versões para iOS e Android e é gratuito.

Ah, e nada de se distrair usando o celular enquanto está dirigindo! Só nos sinais vermelhos e engarrafamentos…

Táxi

TaxiBeatRecentemente descobri vários aplicativos que facilitam a tarefa de conseguir um táxi.

Só testei o TaxiBeat até agora. Você fornece a sua localização, o aplicativo busca motoristas cadastrados que estejam próximos e mostra uma lista (imagem ao lado) contendo várias informações como nome e foto do motorista, a distância, o modelo do carro, se tem ar-condicionado, se fala outros idiomas, etc.

E, muito importante, a avaliação do motorista, dada pelos próprios usuários. Também é possível ver a localização deles no mapa.

Os outros aplicativos que encontrei mas ainda não testei são EasyTaxi, TaxiAqui e ResolveAi. Neste último você também pode pedir seu táxi pelo site. Pelo que li, eles funcionam como substitutos para a ligação para as centrais de táxi Ao invés de mostrar uma lista para você escolher, eles acionam o motorista que estiver mais próximo da sua localização.

Todos eles tem versões para iOS e Android mas não estão disponíveis em todas as cidades. Convém consultar as cidades que eles operam.

Minha recomendação: todos eles são gratuitos para o passageiro, portanto instale todos e use o que lhe for mais conveniente. Mesmo que você não tenha o hábito de pegar táxis, nunca se sabe quando vai precisar de um.

Por falar em táxis, no outro dia, peguei um em Botafogo para ir a Copacabana. O motorista me pediu para explicar o caminho porque não sabia como chegar! Para quem não está familiarizado com a geografia carioca, os dois bairros são colados! Sem contar que é difícil, quase absurdo, imaginar um motorista de táxi no Rio de Janeiro que não sabe dirigir em Copacabana!
Para os casos em que nem você nem o motorista conhecem o caminho é bom ter o Google Maps ou o Waze no seu celular. Também pode ser uma boa opção para não ser enganado no percurso.

Ônibus

Se você é usuário de transporte público, também tem aplicativos para você.

O Moovit, outro aplicativo israelense, te ajuda a planejar as melhores rotas utilizando ônibus, metro e trem. Assim como o Waze, ele é um aplicativo de comunidade ou crowdsourcing, ou seja, contém informações fornecidas e atualizadas pelos próprios usuários. Dessa forma, com a ajuda da comunidade você pode saber, por exemplo, os pontos e horários dos ônibus, se estão muito cheios, etc.
Aqui no Brasil, só está disponível 100% em São Paulo. No Rio de Janeiro, por enquanto só para metro, o que não ajuda muito. Existem países como Israel, Holanda e Inglaterra onde o Moovit já cobre todas as cidades. Nos Estados Unidos e alguns outros países, apenas algumas das maiores cidades. Se quiser, clique aqui para ver a cobertura completa.

Esperamos que chegue logo aqui no Rio de Janeiro e às outras grandes cidades do Brasil.
Está disponível para iOS e Android e é gratuito.

Pesquisando sobre o Moovit descobri que existem vários outros aplicativos semelhantes. Mas só em São Paulo, por enquanto. Eu, como carioca, vou ter que aguardar. Até parece que o nosso transporte urbano é super facilitado e não precisa de uma ajudinha da tecnologia.
Se você é de São Paulo e ficou interessado, estes dois artigos descrevem os outros aplicativos .

http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/7-apps-para-ajudar-na-viagem-de-onibus.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/tec/1231505-aplicativos-para-celular-ajudam-usuarios-de-transporte-publico-em-sao-paulo-veja-teste.shtml

Vagas

Agora só falta criarem um aplicativo de celular para mostrar onde existem vagas disponíveis para estacionar.

Mas… já existe um aplicativo para isso! Na verdade, existem vários, mas não aqui no Brasil. Que pena!

Mas alguns shopping centers aqui no Rio já adotaram um sistema inteligente de sinalização de vagas. Com sensores de presença e luzes verdes e vermelhas é possível enxergar de longe onde tem uma vaga livre, sem precisar ficar rodando pelo estacionamento.
Já vi no Botafogo Plaza e no Casa & Gourmet. Imagino que outros já tenham adotado também, mas ainda não vi.
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Televisão prá Cachorro

sad dogQuem tem cães sabe que eles não gostam de ficar sozinhos em casa. Cachorro gosta de companhia, de carinho, de atenção.

Mas a maioria das pessoas precisa trabalhar para sustentar seu cãozinho e, as vezes, não tem alternativa a não ser deixá-lo sozinho em casa o dia inteiro. Isso pode causar diversos “contratempos” como sapatos mastigados, sofás destruídos, presentinhos mal-cheirosos pela casa e, até mesmo, casos de depressão.

É… cães também podem sofrer de depressão.
Aconteceu recentemente com a Filó, a cadelinha de uma amiga. A solução foi dá-la para outra amiga que tinha mais condições de cuidar dela durante o dia.

Mas, e quem quer ter o seu cãozinho mas não pode dar atenção a ele durante o dia?

Pensando neles, surgiu o DogTV, um canal de televisão a cabo em Israel com programação exclusiva para cachorros. E já está sendo exportado para os Estados Unidos e países da Ásia e América do Sul.

Não é a primeira vez que Israel exporta programas de TV para outros países.
O formato da série de TV israelense Be Tipul  foi comprado pela HBO que realizou In Treatment e, mais recentemente,  aqui no Brasil pela GNT em seu Sessão de Terapia. A série Homeland, transmitida aqui no Brasil pelo canal a cabo FX é baseada na série israelense Hatufim.

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Mas, voltando aos cachorros. Como eles não gostam de ficar sozinhos em casa é legal deixar a televisão ligada para distraí-los.

Não… não é brincadeira. Essa é uma recomendação de várias entidades de proteção animal como American Society for the Prevention of Cruelty to Animals, the American Veterinary Medical Association e Humane Society of the United States.

De acordo com o CEO da DogTV, Gilad Neumann, a ideia de um canal de programação canina só pode ser colocada em prática devido à tecnologia das televisões de LCD. Segundo ele, a cintilação da imagem das antigas televisões analógicas incomoda os olhos dos cães. Nós não percebemos mas eles, sim.
Eles diz ainda que eles só enxergam as cores azul e amarelo, por isso o conteúdo da programação é adaptado para realçar essas cores.

Mas não pense que o seu cãozinho vai passar horas sentado no sofá assistindo a TV. É apenas uma distração, com sons e imagens para evitar que eles se sintam sozinhos o dia todo.

Mas em qual canal deixar a TV ligada? Animal Planet? Discovery Channel? Cartoon Network? Mesmo que ele aprenda a usar o controle remoto, a programação normal está cheia de programas inadequados que podem assustá-los.

O conteúdo da DogTV é dividido em três categorias: programas para relaxar os cães, programas para estimulá-los e programas que tem o objetivo de expô-los delicadamente a situações que podem gerar stress como o barulho do tráfego ou de um aspirador de pó, por exemplo.

 

 

Se você gostou da ideia, torça para que o DogTV chegue logo aqui no Brasil. Enquanto isso, pode dar uma olhada no canal de videos no YouTube.

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