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Esse blog deu cria! ;)

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Olá, pessoal!

Alguns de vocês que seguem os meus posts já sabem que tenho um novo blog.

Quando comecei este aqui, há 4 anos, eu não sabia como ele iria evoluir. Afinal, eu nunca tinha escrito nada além de especificações de sistemas e muitos códigos de programas de computador.😉

Mas com o tempo, descobri que gosto de escrever e não apenas sobre tecnologia. Várias vezes me vinha alguma ideia para um artigo mas que não tinha nenhuma relação com o tema deste blog e eu acabava deixando de lado.

Até que no mes passado decidir criar um novo blog onde escrevo sobre qualquer tema que me inspire no momento.

Não pretendo abandonar este aqui. Afinal, a tecnologia faz parte da nossa vida e sempre tem algo novo acontecendo.

O nome do meu novo blog é Escutei por aí.

Estão todos convidados a me acompanhar por lá também – http://escuteiporai.com.br

Não se passa uma semana sem que eu receba algum boato pelo Whatsapp. Se não é boato é corrente. Você começa a ler o texto, as vezes até parece bonito, interessante, aí vai chegando no final e vem aquela frase…

continue lendo em Boatos, pegadinhas e trotes — escutei por aí…

Você é daquelas pessoas que não desgruda do celular nem pra tomar banho?
Quantas vezes já deu de cara num poste no meio da rua?
Quase foi atropelado porque não percebeu que o sinal estava fechado para pedestres? Não vai me dizer que fica no Whatsapp enquanto dirige!!!

via Você consegue desgrudar do celular? — escutei por aí…

A dica de hoje é do meu ortopedista. Pessoas normais têm clínico geral, mulheres têm ginecologista ( e se não têm deveriam ter, pelo menos uma vez por ano) e gente que dança, como eu, tem ortopedista. Um dia é uma torção, no outro uma fascite plantar; hoje foi uma sinovite. Não sei o que é isso, só sei que dói.

Mas estou aqui divagando e vocês querendo saber qual é a dica. Já vou chegar lá.

Pois então, depois que ele olhou meu pé, aperta daqui, aperta dali até eu gritar “É aí!!!” vem a frase costumeira: “Precisamos tirar uma chapa”. E me manda pro raio-X.

Estou lá sentadinha esperando a minha vez e ele volta. Vendo que ainda tem muita gente na minha frente me chama pra me mostrar uma coisa no celular.
“Tenho uma dica pro seu blog. Olha só.”
Ele me conta que vai ter que dar uma aula em inglês num congresso de ortopedia. Até aí nada demais. Ele faz isso o tempo todo. Aí ele põe pra tocar no celular uma gravação de uma mulher dando a tal aula em inglês.
Não entendi nada. “A aula é sua ou dela?
Ele vira pra mim com aquele olhar de “eu descobri uma coisa que você não sabe” e me pergunta “Sabe como eu fiz isso?”
“Nem imagino.”

Todo feliz, ele me conta  que usou o Google Tradutor. Jogou todo o texto da aula já traduzido para o inglês e usou aquele botãozinho pra reproduzir o som.
“Pra que você fez isso?”
“Pra treinar a aula escutando o inglês com uma pronúncia melhor do que a minha!”

Espertinho, não?

 

É claro que eu já conhecia o botão que “fala a tradução”. Mas nunca pensei em utilizá-lo dessa forma. Isso é uma das coisas que gosto na tecnologia. Não importa para o que ela foi concebida, sempre tem alguém que acha uma nova forma de adaptar e utilizar.

O recurso de reprodução do som não ainda não está disponível para todos os idiomas mas aqueles que já têm também permitem que você fale uma palavra ou uma frase ao invés de escrever. É claro que, dependendo da pronúncia, ele pode entender uma coisa totalmente diferente. Mas como o meu ortopedista percebeu, é um ótimo recurso para treinar a sua pronúncia.

Já que o assunto de hoje é o Google Tradutor, não posso terminar sem mencionar algo muito importante.

O Google Tradutor é uma ótima ferramenta para traduzir palavras, algumas expressões e até mesmo frases não muito complexas. Mas ele não é perfeito. Tanto que do lado do texto traduzido sempre aparece um botão para você sugerir uma tradução melhor.

Nem todo mundo percebe isso, principalmente quando não conhece muito bem o idioma para o qual quer traduzir. Ele não compreende todas as regras gramaticais e muitas vezes o texto traduzido vira uma salada incompreensível.

Se você não quer passar vergonha, não use o Google Tradutor para traduzir um email profissional, um texto para uma aula ou qualquer outra coisa importante, a menos que você tenha conhecimento suficiente no idioma para o qual está traduzindo ou um amigo que possa revisar para você.

No mais, é uma ferramenta sensacional e vai ficando cada vez melhor.

Para exemplificar o problema com algumas traduções, fiz a experiência com o texto acima em inglês e espanhol. Se você domina um ou outro pode perceber que a tradução está quase correta mas contém alguns errinhos que podem passar desapercebidos para quem não conhece o idioma mas denunciam que a tradução foi feita pelo Google.

google translate - espanhol

google translate

 

Voltando ao meu ortopedista, eu não podia ir embora ser dar o troco.

Perguntei a ele:

– Você sabia que pode tirar uma foto de uma imagem com texto e usar o aplicativo do Google tradutor no celular para reconhecer e traduzir o texto da imagem? Muito útil para placas em idiomas estrangeiros.

Essa ele não sabia. E você?

O Brasil inteiro, ou pelo menos 93% dele, esperava ansiosamente pelo 13 de março.

Era o dia em que o povo iria às ruas demonstrar em peso a sua insatisfação com o governo, a corrupção e os políticos em geral.

A manifestação foi linda, pacífica na maior parte e o povo aproveitou para lavar a alma e mostrar ao vivo e em verde e amarelo todo o repúdio e desgosto que já vinha demonstrando nas redes sociais.

Fotografias da multidão que ocupou as ruas pelo país inteiro foram compartilhadas em todas as redes sociais pelo mundo afora. O azul e branco do Facebook foi tingido pelo verde e amarelo da nossa bandeira.

Alguns amigos adoraram seus 15 segundos de fama quando veículos de mídia utilizaram suas fotos ou capturaram-nos em vídeo.

Até São Pedro colaborou suspendendo as chuvas.

Foi realmente lindo!

Mas qual foi a foto que viralizou?

Não foi nenhuma das que mostravam a multidão verde e amarela ocupando cada centímetro da Atlântica ou da Paulista.

MANIFESTAÇÃO/RIO (11H03): Manifestantes ocupam as duas pistas da orla de Copacabana (Foto: Rodrigo Gorosito / G1)

MANIFESTAÇÃO/RIO (11H03): Manifestantes ocupam as duas pistas da orla de Copacabana (Foto: Rodrigo Gorosito / G1)

Protesto contra o governo Dilma, em 15 de março de 2015, reuniu mais de 1 milhão de pessoas na Avenida Paulista(Bruno Santos/VEJA.com)

Protesto contra o governo Dilma, em 15 de março de 2015, reuniu mais de 1 milhão de pessoas na Avenida Paulista(Bruno Santos/VEJA.com)

Também não foi nenhuma dos muitos cartazes criativos, engraçados ou esdrúxulos.

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Não foi nem mesmo a do Jararaco!

Se tem uma coisa que não falta ao brasileiro é criatividade.

Em Maceió: manifestantes criaram o boneco “jararaco”, com cabeça de Lula e corpo de cobra (Foto: Reprodução/Facebook)

Em Maceió: manifestantes criaram o boneco “jararaco”, com cabeça de Lula e corpo de cobra (Foto: Reprodução/Facebook)

A foto que viralizou na manifestação, na verdade uma sequencia delas, foi a do casal vestido de verde e amarelo seguido pela babá afrodescendente vestida de branco empurrando um carrinho com duas crianças.
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O povo das redes sociais não pode deixar passar a oportunidade comparando a cena às pinturas de Debret, criticando o uniforme da babá, o fato do patrão te-la feito trabalhar no domingo ou te-la obrigado a ir à manifestação. Teve até gente que achou um absurdo que ela fosse obrigada a empurrar o carrinho das crianças!

O barulho das redes sociais foi tanto que o pai das crianças resolveu escrever uma resposta na sua página do Facebook argumentando que ganha seu dinheiro honestamente, paga impostos, emprega a moça com carteira assinada e que esta recebe adicional por trabalhar nos fins de semana e que, basicamente, a sua vida não era da conta de ninguém!

É claro que a resposta só serviu para viralizar ainda mais as fotos.  Muita gente argumentando que pelo menos a babá tinha emprego, que é melhor trabalhar aos domingos do que procurar emprego na segunda. Outros ainda insistiam no tema da opressão dos ricos sobre os pobres, que esse tipo de coisa só acontece em países atrasados com o Brasil e por aí vai.

Cada vez que me deparo com esse tipo de coisa fico pensando porque tantas pessoas se acham no direito de tecer julgamentos sobre a vida alheia com base em um instante capturado numa foto. E como essas pessoas se põe a discutir com desconhecidos através das redes sociais chegando até ao ponto de trocar xingamentos.

E como se comportariam se não houvesse uma tela e um teclado na sua frente.

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Se você já passou dos 40 talvez ainda se lembre como era a vida antes do e-mail. Se você trabalhava em uma empresa deve lembrar das cartas circulares que todos os destinatários tinham que assinar para dar ciência.

Para os mais jovens que porventura estejam lendo este texto, cartas circulares não eram exatamente em formato de círculos. Elas apenas tinham este nome porque tinham que circular entre os destinatários. Mas um dos trotes que gostávamos de aplicar nos estagiários era pedir que eles fossem buscar um envelope redondo para as cartas circulares. Inocente, não? Mas muitos caíam na brincadeira.

O e-mail acabou com as cartas circulares e os memorandos e trouxe eficiência à comunicação na empresa. Não era mais necessário imprimir e assinar para dar ciência de que havia lido, se bem que muita gente teve e ainda tem muita dificuldade para se livrar do papel.
Conheci gente que imprimia e guardava todos os emails porque não confiava no computador e tinha medo de perdê-los.
Não ria! Essa era a época em que os computadores pessoais estavam sendo introduzidos nas empresas e o medo era justificado. Ninguém sabia onde e como os e-mails ficavam armazenados.

A introdução do e-mail nas empresas realmente trouxe mais velocidade à comunicação. Eficiência já é uma questão discutível. Demorou muito tempo até que as pessoas aprendessem que nem sempre é recomendável usar o “responder a todos”.
E enviar um e-mail sensível para a pessoa errada. Quem nunca passou por isso?
E as intermináveis discussões por e-mail? Quando envolvia mais de duas pessoas tinha sempre aquele que lia atrasado e respondia algo que já tinha sido discutido pelos outros.
Inúmeros manuais foram elaborados para ensinar a forma correta de utilizar o e-mail .

Mesmo com todas as deficiências o e-mail era uma maravilha que não podia ficar restrita somente às empresas.
Não demorou muito para que surgissem os provedores de e-mail, inicialmente oferecidos pelos provedores de acesso à internet para que qualquer pessoa pudesse ter seu e-mail pessoal e se comunicar com quem quisesse.
E era necessário pagar para ter um e-mail, lembram?
E aí surgiram Gmail, Hotmail e Yahoo e acabaram com a festa dos provedores. Hoje ninguém mais precisa pagar para ter um e-mail pessoal. Ou vários.

O e-mail pessoal com todas as suas vantagens também trouxe uma série de inconveniências.

As malditas correntes que costumavam aparecer na nossa caixa de correio (física) logo aproveitaram a oportunidade. É muito mais fácil enviar uma corrente para 10 pessoas por e-mail, não?

A vovó adorou os lindos ppts com frases inspiradoras e imagens de flores que suas amigas enviavam e nada mais justo que compartilhá-los com todos os netos. E qual neto tem coragem de dizer pra vovó parar de enviá-los?
E os golpes por e-mail? Nunca se falou tanto na Nigéria, tornada famosa pelo príncipe que tinha uma fortuna para dividir com quem o ajudasse adiantando um dinheirinho.

Ainda bem que tudo isso ficou no passado.
Os ppts viraram vídeos e circulam pelo Facebook.
As correntes são espalhadas pelo Whatsapp. Nunca nos livraremos das correntes!
Os golpes por e-mail ainda existem aos montes mas as pessoas ficaram mais espertas. Infelizmente, os golpistas também.

E a minha caixa postal continua sendo invadida a cada dia. Os vilões da vez são todas aquelas lojas virtuais onde fiz alguma compra e me obrigaram a fornecer meu endereço de e-mail e insistem em me mandar ofertas diariamente. Todos os sites onde algum dia eu me cadastrei para receber suas newsletters porque achei o conteúdo interessante mas não tenho mais interesse. E todos os sites ou parceiros desses sites que adquiriram listas de e-mail e invadem diariamente a minha caixa postal com suas mensagens e ofertas.

A cada dia são mais de 50 mensagens indesejadas que mando para a lixeira sem ao menos abrir e que só poluem o espaço e fazem com que eu perca as mensagens realmente importantes.

Os que mais me incomodam são os das lojas virtuais. Todo dia, as vezes mais de uma vez por dia, anunciando ofertas imperdíveis. Eu entendo que em tempos de crise eles precisam fazer de tudo para vender mas alguns pecam pelo excesso e se tornam inconvenientes.

Hoje resolvi dar o meu grito de liberdade. Chega de e-mails indesejados!

Normalmente, no final de cada um desses e-mails tem um link para que você se descadastre e não receba mais a newsletter ou o e-mail de ofertas. Normalmente está em uma fonte bem pequena para que você não perceba.
Dizem que você não deve utilizar essa opção porque não funciona e é uma forma do remetente verificar que você recebeu a mensagem. São aqueles casos de listas de endereços compradas.

UGDL 1

Uso esta opção quando sei que realmente forneci o meu endereço de e-mail no cadastro. Afinal, não tinha outro jeito mesmo.
Alguns sites até perguntam o motivo do descadastramento oferecendo algumas opções como “não autorizei o envio” e “não tenho tempo para ler”.

A maioria atende a solicitação imediatamente. Outros dizem que a solicitação será atendida em 48 ou 72 horas. Um deles me deu o prazo de 10 dias!!
Considerando que o processo deve ser automático, realizado por algum sistema sem intervenção humana só posso acreditar que eles ainda utilizem um equipamento de 1990 que só consegue processar uma solicitação por dia.
Não estou brincando. Até tirei um print da mensagem como prova.

UGDL 2

Se você usa o Gmail, um jeito mais fácil é utilizar a opção de unsubscribe que aparece ao lado do endereço do remetente. Não sei se funciona em todos os casos, principalmente naqueles que parecem precisar intervenção humana. Mas é muito mais rápido.

Quando tenho certeza de que não forneci o meu endereço de e-mail marco a mensagem como spam, sem dó nem piedade. Apesar de ser uma opção mais fácil, quando um remetente é marcado como spam por várias pessoas os sistemas de e-mail entendem que o remetente não é sério ou legítimo o que faz com que suas mensagens sejam marcadas como spam antes de chegarem a sua caixa de entrada. Não é legal fazer isso se você forneceu o seu endereço voluntariamente.

Hoje a minha caixa de entrada amanheceu bem mais limpa e gerenciável! Uhu!

Se algum deles não respeitar minha solicitação de descadastramento e continuar enviando mensagens não solicitadas vai direto pro SPAM!

Onde fui roubado

A sensação de insegurança no Rio de Janeiro está cada vez maior. É difícil encontrar algum cidadão que não tenha sido vítima de algum tipo de violência ou não tenha amigos ou parentes que o foram. Roubos de cordões, bolsas e celulares são tão comuns que qualquer manual elaborado para turistas adverte os visitantes para tomarem cuidado.

Assaltos com armas de fogo ou facas acontecem a qualquer hora do dia ou da noite e quase nunca há um policial a quem recorrer. Não é novidade para ninguém. E quando se acha um policial, pouco adianta.

No fim da semana uma amiga postou esta notícia no Facebook.

Repararam?

“Vítimas contaram que policiais afirmaram ser “normal” esse tipo de ataque.”

“Normal” no entender deles significa que não é um acontecimento isolado. É comum acontecer. E ainda assim, não se faz nada para prevenir.

E nem vou falar das centenas de casos onde os policiais conseguem prender os assaltantes e pouco tempo depois eles estão de volta às ruas para continuar o seu “ofício” como vocês podem ver nesta reportagem.

 
 
 

No mês passado, uma amiga foi assaltada. O ladrão a ameaçou com uma arma e levou sua bolsa. Toca prá delegacia prá fazer o BO, Boletim de Ocorrência.

Duas horas de espera para registrar o crime. E para quê? Apenas para reemitir os documentos roubados porque, como o policial informou, eles já sabem que é “normal” ocorrerem assaltos naquele local. Se sabem, porque não há ronda ostensiva da polícia para coibir os assaltos? Mas mesmo assim, eles dizem que a gente sempre deve ir a delegacia registrar o crime para “compor as estatísticas”.

Gostaria de saber o que eles fazem com as tais estatísticas. Você também, não é mesmo? Porque apesar de todo mundo sentir que a criminalidade só aumenta nunca encontramos um policial quando precisamos, e quando encontramos, eles dizem que é “normal”.

Imagina a sensação de ser assaltado, dar queixa e escutar que é “normal”.
Quer dizer, você é um otário por ter saído da segurança da sua casa para andar nas ruas com uma bolsa ou um celular. Você é um otário por andar de carro no Aterro do Flamengo porque tem uns bandidos por lá que jogam pedras nos carros.
Quem quer ir à delegacia registrar o BO e escutar isso? Só para “compor estatísticas”? Só mesmo se for necessário.

Mas existe uma outra forma de “compor estatísticas”, que você pode fazer de qualquer lugar e ninguém vai te dizer que é “normal” nem fazer você se sentir como um otário.

No site Onde Fui Roubado você pode não só registrar a ocorrência como também consultar ocorrências registradas por outras pessoas.
A imagem abaixo mostra o mapa de ocorrências registradas na cidade do Rio de Janeiro apenas nos últimos 30 dias. Clicando em cada um você pode visualizar os detalhes.
Foram 99 ocorrências. Diante da nossa sensação de insegurança parece pouco. E é. São apenas as ocorrências registradas no site.

Quanto mais pessoas registrarem suas ocorrências, teremos estatísticas melhores e mais acuradas.

Eu utilizei o Rio de Janeiro como exemplo porque é a cidade onde moro mas você pode registar ocorrências em qualquer cidade. De acordo com o site, 963 cidades já tem ocorrências registradas.

Compartilhe com seus amigos. Quanto mais pessoas souberem desse site e utilizarem, teremos estatísticas melhores para cobrar ações do governo.

É importante salientar que o registro no Onde Fui Roubado é apenas uma forma de divulgação da criminalidade e não substitui o boletim de ocorrência.

Este vídeo mostra como o site funciona.

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