Conectado ou desconectado, eis a questão!

 
Num desses finais de semana, fiz uma pequena excursão gastronômica à Barra de Guaratiba – região oeste do Rio de Janeiro famosa por restaurantes de frutos do mar. Companhia ótima de cunhados e primos. Dia lindo. Vista maravilhosa. Comida espetacular!
 
Assim que chegamos, meu marido quis fazer um check in no foursquare. Não conseguiu porque o sinal do celular estava ruim. Ficou frustrado e não sossegou enquanto não conseguiu o precioso sinal. Ao mesmo tempo, nosso primo, que trabalha conectado aos seus três celulares, deu “graças a D´us” que teria algumas horas de paz.
 
Isso me fez pensar sobre essa dualidade e a relação contraditória que temos com o celular.
 
Se por um lado, podemos nos sentir isolados e quase “nus” porque saímos por alguns instantes sem o celular, por outro podemos desfrutar de uma sensação de liberdade sem ele.
 
Afinal de contas, qual o preço de estar conectado, ou não? É uma contradição, uma dependência mal elaborada, ou apenas um jogo de poder?
 
Acredito na última hipótese. Mas, por quê jogo de poder? Simples, porque não queremos ser pegos de surpresa em plena ausência de comunicação. Queremos ter o poder de escolha entre estar ou não conectados. Estar ou não disponíveis para o mundo. 
 
É preciso, sim, encontrar a dose certa, a medida que essa condição cabe na nossa vida.
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