5 Mudanças de Hábito para Proteger o seu Cérebro

Este artigo não tem relação com tecnologia que é o tema do blog mas como escrevi esse outro artigo sobre aplicativos para melhorar as funções cognitivas achei esse aqui interessante e resolvi traduzir para vocês.

O link para o artigo original está lá no final.


WASHINGTON (AP) — By LAURAN NEERGAARD
A pesquisa mais recente sobre o Alzheimer tem um tema claro: Mude o seu estilo de vida para proteger o seu cérebro.

Ainda vai demorar vários anos para que os cientistas consigam provar se algumas drogas experimentais conseguem ao menos diminuir o progresso do Alzheimer, e a população que está envelhecendo corre risco agora.

O que quer que aconteça na área da pesquisa farmacêutica, existem medidas diárias que as pessoas podem adotar – desde melhorar a qualidade do sono a lidar melhor com o stress e ler mais – que a pesquisa sugere que pode diminuir o risco de Alzheimer.

Adotar essas mudanças no estilo de vida “parece mais promissor do que os estudos sobre drogas até agora” disse o Dr. Richard Lipton do Albert Einstein College of Medicine em Nova York; seu laboratório realiza pesquisas sobre envelhecimento saudável. As descobertas sobre o stress fizeram com que o Dr. Lipton começasse a praticar yoga.

Aqui vão cinco dicas para proteger o seu cérebro contra perda de memória, com base em pesquisas da Alzheimer’s Association International Conference:

MELHORE A QUALIDADE DO SEU SONO

Estudos com mais de 6.000 pessoas relacionaram baixa qualidade do sono – e em especial  a apneia do sono – com problemas de memória denominados comprometimento cognitivo leve o que pode levar mais tarde ao Alzheimer. Outra pesquisa demonstrou que o sono de baixa qualidade pode induzir a produção de placas de amiloide que são características do Alzheimer.

Converse com seu médico se você está tendo problemas para dormir, aconselha a Dra. Kristine Yaffe da University of California, San Francisco: “Transtornos do sono são comuns, e pensamos que muitos são facilmente tratáveis”.

EXERCITE A SUA MASSA CINZENTA

Idosos são frequentemente aconselhados a fazer palavras cruzadas, ter aulas de música ou aprender um novo idioma para manter o cérebro ativo. Os efeitos protetores do aprendizado podem começar várias décadas mais cedo.

Na Suécia, pesquisadores do Karolinska Institute coletaram boletins escolares e históricos de trabalho de mais de 7.000 adultos. Boas notas aos 10 anos de idade demonstraram um menor risco de demência em idade mais avançada. O mesmo foi percebido em profissões que requerem proficiência com números ou, no caso das mulheres, interações complexas com pessoas – ocupações como pesquisa ou ensino.

Porque? O aprendizado e o pensamento complexo reforçam as conexões entre os neurônios, construindo uma “reserva cognitiva” para que quando o Alzheimer ataque o cérebro possa suportar mais antes que os sintomas se tornem aparentes.

MEXA-SE

O que é bom para o coração também é bom para o cérebro e a atividade física combate uma série de problemas – hipertensão, diabetes, colesterol alto – que podem aumentar o risco de perda de memória em idade avançada.

Comece cedo: Um estudo acompanhou os hábitos de 3.200 jovens adultos por 25 anos e determinou que aqueles menos ativos foram os que tiveram pior cognição na meia-idade.
Hábitos sedentários como assistir TV contribuíram. A Dra. Yaffe – que acabou de mandar elevar a sua mesa para que pudesse passar mais tempo em pé – se preocupa com a quantidade de tempo que as crianças passam em frente a uma tela.

NÃO ESQUEÇA A SAÚDE MENTAL

Depressão na velhice é um fator de risco para o Alzheimer. Pesquisadores de Harvard identificaram que solidão também é um fator que acelera o declínio cognitivo em um estudo que acompanhou mais de 8.000 idosos por uma década.

Estresse também é ruim para o cérebro, disse o Dr. Lipton. Não apenas vivenciar situações de estresse – todos passamos por isso – mas como lidamos com ele. Remoer eventos estressantes, por exemplo, prolonga os efeitos prejudiciais sobre os neurônios. Um estudo determinou que idosos com menos capacidade de lidar com o estresse tinham muito mais chances de desenvolver um comprometimento cognitivo leve do que aqueles que conseguiam superá-lo com mais facilidade.

ALIMENTE-SE DE MANEIRA SAUDÁVEL

Dietas ricas em frutas e vegetais e com pouca gordura e açúcar são boas para as artérias que levam sangue ao cérebro. Diabete tipo 2, relacionada à obesidade, aumenta o risco de demência na velhice.
Independente do peso, o laboratório do Dr. Lipton constatou que uma dieta saudável diminui os riscos para as “funções executivas” – como o cérebro presta atenção, organiza e realiza múltiplas tarefas.

Link para o artigo original – 5 Lifestyle Changes to Protect Your Brain

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1 comentário Adicione o seu

  1. Marcos disse:

    Republicou isso em Balaio de Tecnologia & Variedadese comentado:
    Cuidar do seu cérebro é tão importante quanto cuidar do seu corpo. Fique atento e veja as dicas desse artigo.

    Compartilhe e espalhe por aí!

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